The Story of Us


19.01.2006


Atualizando

Foi tudo bem no Natal e no Ano Novo, tudo como esperado. A família toda presente aqui em casa, todos bem, todos felizes. Nada de ruim aconteceu -- afora a chuva, que caiu somente quando todos já estavam aqui, e não estragou nada. A chuva do Ano Novo também só caiu na hora certa (uma hora depois dos fogos), e a única coisa que estragou foi a minha escova. Mas tudo bem, o noivo me deu de presente uma chapinha, agora mesmo que ninguém me segura.

 

Vi muitos blogueiros fazendo o saldo de 2005, mas eu não tive vontade de falar nada sobre o ano que passou. Não sei se é porque desde Agosto eu já queria ver o ano pelas costas, pode ser isso... Encarei como um ano de transição. Coisas ótimas aconteceram, e ainda bem, porque elas precisavam mesmo acontecer, para que eu tivesse como pensar e calcular, com mais segurança, meus movimentos e decisões daqui pra frente.

 

A princípio, eu estava totalmente desanimada com o meu aniversário, chateada por meus pais viajarem antes da data. Na semana, resolvi chutar o balde e não me importar com isso. Liguei pros amigos (DESCULPA, BINA!!!!!!!!!) e organizei uma pequena reunião na minha casa, que acabou sendo muito legal!! Todos os que chamei compareceram, e o milagre-mor: não choveu. Será isso um sinal? :P

 

No dia do meu aniversário (domingo 8) eu fui para Arraial, e fiquei lá até o dia 13, pois tive de trabalhar no sábado passado (dia 14). Aproveitei praia e o solzão, mas senti muita falta do Victor. Engraçado, no ano passado fiquei lá mais tempo e não senti tanto como nesses poucos dias.

Voltei ao rio, fiquei apenas um dia, e as 18h do sábado que trabalhei já estava novamente em arraial. Dessa vez mais animada, pois a casa estava cheia, meus tios e primos foram passar o fim de semana lá.

 

Voltamos todos para o Rio nesta segunda, dia 16, sob um clima terrível. Na própria segunda recebemos a notícia de uma doença grave na família. Foi como um soco no estômago. A gente sabe o quanto é ruim, mas nunca imagina que vai acontecer com algum parente. Eu por enquanto não sei nem o que pensar, só fico imaginando como deve ser se descobrir com isso dentro do corpo.

 

Estamos nos ajustando, meus pais voltaram hoje para lá, minha irmã e cunhado também. Me encontro sozinha novamente, mas hoje é aniversário do Victor, então vou ter mais coisas pra falar, que merecem um capítulo à parte.

 

 

Escrito por Dani às 09h57
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17.01.2006


êêêê

Ahhh adorei esse template!! Bem a cara do verão!!

Ainda aceito doações!!! hahahah

Beijos!

 

Escrito por Dani às 11h37
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Tirando a poeira básica...

Pois é, tem muita coisa pra falar mas ainda não consegui organizar meu tempo. Vim só mandar um beijo pra quem me visita e pedir que aguardem!!

Beijos!!

Escrito por Dani às 11h30
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21.12.2005


.:. Então... .:.

Tô cansada. Fisicamente acabada. Meus alunos não aguentam mais ver a minha cara, e eu não aguento mais ver a cara deles. Já fiz a maratona-shopping-absurdex em três levas, com direito a caminhadas tortuosas pelas ruas de Madureira, pechinchando presentinhos. Tenham medo, tenham medo.

Hoje ainda pensei: "vou ao Mercadão comprar Champanhe para o Ano Novo, lá tem boas marcas e o preço tá ótimo." Ao mentalizar o Mercadão, na mesma hora descartei a idéia e soltei, em voz baixa: "nem fodendo!" A velhinha que passava do meu lado se espantou. hahahahah

Dezembro é o mês em que eu menos namoro. Ele sempre trabalha em horários ingratos, e em Dezembro fica ainda pior. Já houve vezes de só conseguirmos nos ver num domingo, por algumas míseras horinhas. Tô carente.

Eu estou apostando tudo nesse Natal, pois pela primeira vez em muitos anos, minha família toda estará reunida. A tragédia (literalmente) que foi o Natal passado precisa ser superada.

Faltam pouco mais de duas semanas para o meu aniversário, e eu não tô muito aí, para falar a verdade. Acho que a máxima "depois que cresce, perde a graça" tá começando a fazer sentido pra mim. Acho isso chato, logo eu que sempre adorei comemorar aniversários... se haverá bolinho-brigadeiro-guaraná? Ah, claro. Isso sempre tem. Mas guaraná não, que é ruim. Prefiro coca-cola.

Escrito por Dani às 00h30
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08.12.2005


.:. Natal...idade .:.

Mudei temporariamente o layout para o Natal. É como quando a gente decora a casa toda, né?

Gosto muito deste clima de final de ano. Para falar a verdade, sinto um misto de felicidade e agonia, para que o ano vá logo embora. Não sei por que, mas é igual a gravidez: quando chega no final, ninguém aguenta mais.

Por falar em gravidez, esse é um tópico que me põe medo. Engraçado que, quando eu era mais nova, tinha certeza absoluta que seria mãe um dia. (Eu também dizia que me casaria aos 22 anos, mas o que é a infância, né minha gente?) Hoje em dia, não tenho mais essa certeza. Não renego a idéia, mas se pensarmos bem, não é nada fácil cuidar de uma pessoa, ser responsável por seu futuro e boa educação. É um compromisso de vida. E aí, fico pensando: "Será que eu vou querer abrir mão do meu tempo livre em função de um filho?"Costumo dizer que estou numa fase egoísta, querendo casar e curtir meu marido só pra mim. Vou ter meu trabalho pra me dedicar, faculdade para terminar e casa pra cuidar, imagina com um filho?? Victor quer um filho logo -- ele ficou todo empolgado depois do nascimento da Beatriz, afilhada dele. E na época, em meio à toda a loucura, chegou a dizer que "não seria tão mau ter um filho agora". É de chorar, realmente. Homens são sem-noção, mesmo.

No fim das contas, acabo acreditando sim no relógio biológico. Acho que ele avisa a mulher sobre quando ter um filho -- ou sobre quando está acabando o tempo, e ela que 'embuche' logo. Enquanto o meu vai seguindo adormecido, vou aproveitando.

Escrito por Dani às 03h14
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06.12.2005


.:. A História de Nós Dois - O motivo do nome do blog .:.

Ben e Katie Jordan, após 15 anos, estão lutando com o paradoxo universal: por que as qualidades que os fizeram loucos apaixonados agora são motivos para que eles se afastem?
Emocionalmente esgotados devido ao relacionamento, os Jordan tentam uma separação judicial enquanto seus filhos, Josh, de 12 anos, Erin de 10, estão numa colônia de férias. Para os dois adultos, brigar tornou-se uma condição e não mais uma exceção, onde a única opção foi uma retirada para campos neutros.
Durante esse afastamento, Ben e Katie refletem sobre o valor de sua história compartilhada - a dança, aperfeiçoada com o passar dos tempos, que os tornaram "nós". A História de Nós Dois, é uma avaliação real e engraçada da vida de um casal, estrelada por, Bruce Willis e Michelle Pfeiffer.

Quem já viu esse filme, sabe que é uma aula para qualquer casal em crise. Sobre o que NÃO fazer, claro. O problema é que nós, seres humanos falhos, nos vemos em inúmeras situações apresentadas no filme. Bem, não posso dizer todas, pois ainda nem casei, muito menos tive filhos... mas é uma boa forma de vislumbrar como o futuro pode ser, e como evitar certos problemas.

Victor simplesmente adora esse filme, e sempre se emociona quando vê. É verdade, não conte pra ninguém, mas meu prezado noivo chora em filmes. Mais do que eu, até. E desde que vi o filme, tento me fazer lembrar dele quando surge uma briga, um stress. O importante é sempre tentar ser feliz, nas pequenas coisas.

Isso a gente sabe bem fazer: ser feliz nas pequenas coisas.

Como sábado passado: eu, capotada de sono e ainda com a roupa de sair. Victor volta do banho e tenta me acordar. Após grunhidos (meus) e reclamações (minhas também), consigo acordar. Ainda sem muita capacidade pra me mover, não reajo enquanto ele diz "troca de roupa, amor...". Sem surtir efeito, lá vai ele, com a maior calma e troca minha roupa, me traz água e o remédio (temporariamente esquecido), deita na cama, dá abraço, afofa o travesseiro, beijos e mais abraços, suspiro e boa noite. E dormimos e acordamos juntos. Felicidade de graça, numa coisa tão pequena. O domingo se estende, acordamos tarde e com gosto especial: dia de FOLGA para ele. Isso significa não ter horário para levantar, almoçar... depois de muita preguiça, resolvemos sair um pouco, e na volta, um jantar, sorvete e filminho. Felicidade nas pequenas brechas da rotina da semana.

 

Escrito por Dani às 04h23
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27.11.2005


.:. 26/11/05 - O Noivado .:.

Nossa idéia era fazer uma mesa com alguns frios, pães e pastinhas pras pessoas petiscarem, e também salgadinhos quentes. E pra dar de lembrança, fiz umas caixinhas com bombons dentro, e dei pra cada um.
Na sexta feira, preparei minhas aulas pro sábado, fiz as unhas do pé e fui na casa da minha amiga Rachel (mãe da Bia), pra buscar os bombons. Acabei ficando lá até 23.15, porque ela me ajudou a embalar as caixinhas. Victor foi me buscar lá. Chegando em casa (debaixo da maior CHUVA), entramos com as coisas e depois de um banho, fui preparar a tábua de frios e as pastinhas. Eram 2.30 e eu ainda não tinha ido dormir, estava dando uma última revisada nas aulas, quando acabou a luz. Quase chorei. Pedi a Deus que não chovesse no dia seguinte.

Fui dormir e acordei às 6.10, quebrada de cansaço. Trabalhei até as 15h, depois fui com a minha mãe e o meu pai buscar o bolo. da Bina. Quando cheguei lá, tive uma surpresa: a boleira tinha feito um bolo liiiindo e enorme, maior do que a tínhamos combinado. "Estava tudo em casa", palavras dela. Senti como se tivesse ganhado um presente.

Cheguei em casa, terminei de aprontar algumas coisas que estavam faltando, depois fui ao salão fazer escova e as unhas das mãos. Voltei pra casa, um banho e começou. Graças a Deus não caiu uma gota do céu, e nem fez frio. Só isso já me deixou satisfeita, aliviada e feliz. Todas as pessoas que convidamos estavam presentes. Cláudio nos trouxe uma Chandon pra brindarmos, e eu fiquei super feliz porque eu adoro Chandon. Vez por outra olhava pro Victor e ele me olhava com um sorrisão, e vinha falar no meu ouvido "poxa, a festinha tá legal, né!!!" E estava mesmo. Foi super íntimo, mas bem animado. Tiramos muitas fotos, mas apesar de eu ter parecido uma grávida na maioria delas, eu gostei de algumas.

Lá pras 22.30, começaram a pressionar, de brincadeira: "Ué, cadê o pedido?? Não foge não!!" E aí ele fez um discurso super legal, eu devo confessar que estava com medo do que ele iria dizer, porque ele é muito tímido pra falar em público. Mas foi super natural, e ele ainda pediu a minha mão pro meu pai!!! =DDaí, trocamos as alianças e beijos. Abrimos a champanhe e brindamos, cortamos o bolo... que foi elogiado por todos, para meu alívio. Acertei em cheio em encomendar com a Sueli!!

Aos poucos, algumas pessoas foram indo embora, e nós distribuímos os bombons. Depois que todos foram embora, ajudamos meus pais a guardar as coisas que sobraram. Troquei de roupa e fui pra casa do Victor, a gente ainda ficou conversando um pouco, mas capotamos de sono.

Depois de tudo isso, vimos o quanto sentiríamos falta se não tivéssemos comemorado esse momento. Foi maravilhoso sentir o carinho dos amigos e dos familiares nos abraços e cumprimentos.

Não me canso de olhar para a aliança reluzente no dedo. Não pelo que ela vale (que nem é isso tudo), mas pelo que ela representa. E fico imaginando como será passá-la para a mão esquerda.

Escrito por Danielle às 20h03
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23.11.2005


.:. Começar de novo... .:.

Porque eu tenho que tentar.
Como dizem, sou brasileira e não desisto nunca. Como isso? Se eu adoro escrever, por que não consigo levar um blog à frente? Eles sempre morrem, de fome e de sede. No iní­cio tudo é lindo, depois fica chato-chato e aí­ vira rotina, vira diarinho.

Mas como se eu sempre gostei de diários?

Ah, os diários. Diários de papel, eu tenho dois até hoje. Um dos doze aos treze anos, outro bem recente... um "journal" -- escrito em inglês. Pra ninguém meter a mão e ler. Será que é por isso que nunca consegui deixar um blog sobreviver? Medo da 'platéia'?

Não, não é. E eu sei muito bem o porquê de ele estar em inglês. Fase obscura. A gente tem medo dos próprios podres, né? Eu tenho. Anotei todos eles lá e lá ficarão, isolados da mente.

Fato é que estou numa fase interessante. Tô acertando os pontos comigo mesma, resolvendo questões internas, e o resultado disso está no meu relacionamento. Três anos para mim é uma marca, acredite. Ainda mais quando eles parecem ser apenas três meses. E é por isso que voltei a escrever. Tenho que registrar tudo isso. É como quando a gente olha pra fotos antigas e se vê com um sorriso nos lábios... quero olhar pra trás e ler estes registros com um saudosismo positivo.

Seja bem vindo. Tire os sapatos e se esparrame no sofá.

Escrito por Danielle às 21h06
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